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O crédito pessoal é uma solução de financiamento utilizada para concretizar projetos, fazer obras, adquirir equipamentos, consolidar créditos ou responder a despesas inesperadas.

A rapidez do processo e a flexibilidade deste tipo de empréstimo tornam-no bastante atrativo. No entanto, uma decisão pouco ponderada pode traduzir-se em custos desnecessários e comprometer a estabilidade financeira durante vários anos.

Conheça os principais erros ao pedir crédito pessoal e saiba como evitá-los.

Erros ao pedir crédito pessoal e analisar uma proposta

1. Pedir mais dinheiro do que realmente precisa

Um dos erros ao pedir crédito pessoal mais comuns consiste em solicitar um montante superior ao necessário, pensando que poderá ser útil no futuro.

Embora possa parecer uma boa ideia, esta decisão aumenta:

• O valor da prestação mensal;
• Os juros pagos ao longo do contrato;
• O custo total do financiamento;
• A taxa de esforço.

Antes de contratar um crédito, faça um orçamento rigoroso e peça apenas o montante indispensável para concretizar o seu objetivo.

2. Não comparar propostas de diferentes instituições financeiras

Outro dos erros ao pedir crédito pessoal consiste em não comparar as condições apresentadas por diferentes instituições financeiras.

Diferenças aparentemente pequenas nas taxas de juro podem representar uma poupança significativa durante a vigência do empréstimo.

Antes de decidir, compare sempre:

• TAN, Taxa Anual Nominal;
• TAEG, Taxa Anual de Encargos Efetiva Global;
• Comissões;
• Seguros exigidos ou associados;
• MTIC, Montante Total Imputado ao Consumidor.

Um intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal pode ajudá-lo a analisar propostas das instituições financeiras com as quais trabalha e a identificar uma solução adequada ao seu perfil.

3. Escolher um prazo demasiado longo

É natural que uma prestação mensal mais baixa seja apelativa.

Contudo, aumentar o prazo do crédito significa, na maioria dos casos, pagar mais juros e aumentar o custo total do financiamento.

O ideal é encontrar um equilíbrio entre:

• Uma prestação confortável;
• Um prazo adequado;
• O menor custo global possível.

4. Ignorar a taxa de esforço

A taxa de esforço corresponde à percentagem do rendimento mensal destinada ao pagamento de créditos.

Quanto maior for este indicador, menor será a margem disponível no orçamento e maior poderá ser o risco de dificuldades financeiras perante situações imprevistas.

Não existe uma percentagem única adequada a todos os agregados familiares. A taxa de esforço deve ser analisada caso a caso, considerando os rendimentos, as despesas regulares e as restantes responsabilidades financeiras.

Antes de contratar um novo empréstimo, confirme que a prestação se enquadra no seu orçamento e que mantém margem para outras despesas e imprevistos.

5. Acumular vários créditos

Ter vários financiamentos em simultâneo pode tornar a gestão do orçamento mais difícil e aumentar significativamente os encargos mensais.

Além disso, um nível de endividamento elevado pode influenciar a análise de futuros pedidos de crédito, nomeadamente de crédito à habitação.

Se já possui vários empréstimos, poderá ser vantajoso analisar a possibilidade de recorrer a um crédito consolidado, reunindo várias prestações num único contrato e podendo, em determinadas situações, reduzir o valor pago mensalmente.

6. Não ler atentamente o contrato

Antes de assinar qualquer contrato de crédito, leia cuidadosamente toda a documentação.

Preste especial atenção a aspetos como:

• Consequências do incumprimento ou atraso no pagamento;
• Condições para o reembolso antecipado;
• Comissões aplicáveis;
• Seguros exigidos ou associados;
• Condições aplicáveis durante a vigência do contrato.

Analise igualmente a Ficha de Informação Normalizada, FIN, onde encontrará as principais características e condições do financiamento apresentadas de forma padronizada.

7. Tomar uma decisão apenas pela rapidez da aprovação

Receber uma resposta rápida pode ser importante, mas não deve ser o único fator de decisão.

Um crédito aprovado rapidamente pode não ser a solução mais económica ou adequada às suas necessidades.

Dedique algum tempo à comparação de propostas e escolha aquela que oferece o melhor equilíbrio entre custo, prazo e prestação mensal.

Como evitar erros ao pedir crédito pessoal?

Antes de contratar um crédito pessoal, siga algumas boas práticas:

• Defina exatamente o montante de que necessita;
• Analise propostas de diferentes instituições financeiras;
• Compare a TAN, a TAEG e o MTIC;
• Verifique a sua taxa de esforço;
• Leia atentamente a FIN e o contrato;
• Evite acumular vários empréstimos sem necessidade;
• Esclareça todas as dúvidas antes de assinar.

Um pequeno cuidado antes da contratação pode representar uma poupança significativa ao longo dos anos.

Conte com o apoio de um intermediário de crédito

Escolher o crédito pessoal mais adequado nem sempre é simples. Existem diferenças importantes entre as propostas das instituições financeiras, tanto ao nível das taxas de juro como das comissões, dos prazos e das restantes condições.

Um intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal pode ajudá-lo a analisar propostas das instituições financeiras com as quais trabalha, compreender o impacto do financiamento no seu orçamento e procurar uma solução adequada às suas necessidades.

Na GT Crédito, acompanhamos todo o processo de forma transparente, personalizada e sem custos para o cliente pela prestação dos serviços de intermediação de crédito.

O nosso objetivo é ajudar cada cliente a evitar erros ao pedir crédito pessoal e a tomar uma decisão financeira mais segura, informada e ajustada à sua realidade.